
Avanço da IA e queda nos custos aceleram adoção global, segundo o Morgan Stanley; mercado pode superar US$ 200 bilhões até 2035
Em Davos, onde costumam circular presidentes, CEOs e discursos solenes, Elon Musk lançou uma previsão digna de ficção científica — mas com números na mão.
Segundo o homem mais rico do mundo, os robôs vão superar os humanos em quantidade no planeta nas próximas décadas. A aposta não é só dele: bancos e consultorias projetam que o mundo pode conviver com
Essa visão é sustentada por dados recentes do Goldman Sachs Research, que revisou para cima suas estimativas para o setor. O mercado global de robôs humanoides pode atingir US$ 38 bilhões até 2035, ma
O volume de envios também foi ajustado: a expectativa agora é de 1,4 milhão de unidades no período, com uma trajetória de rentabilidade mais curta.

IA acelera salto tecnológico
O principal fator por trás da mudança é o avanço da inteligência artificial.
Segundo o relatório, publicado em 2024, progresso em modelos de linguagem aplicados à robótica e em sistemas de aprendizado de ponta a ponta reduziu a dependência de programação manual.
Na prática, isso permite que robôs aprendam novas tarefas com mais rapidez e se adaptem a ambientes fora das fábricas, como armazéns,
Outro elemento decisivo é a queda nos custos de produção. O custo de fabricação de um robô humanoide caiu cerca de 40% em apenas um ano.
Modelos que antes custavam entre US$ 50 mil e US$ 250 mil pass

